Parceria entre Replanta Mangue, UEPB e PELD-RIPA fortalece o monitoramento científico de restauração dos manguezais
Coletas de dados físicos, químicos e biológicos em áreas de manguezais e apicuns vão avaliar a efetividade das ações de recuperação ambiental no litoral paraibano.

A ciência e a restauração ecológica caminham juntas na conservação dos ecossistemas costeiros da Paraíba. Em uma importante parceria, o Projeto Replanta Mangue, o Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação da Universidade Estadual da Paraíba (PPGEC-UEPB) e o Programa Ecológico de Longa Duração Rio Paraíba Integrado (PELD-RIPA) uniram forças para realizar coletas técnicas em áreas de manguezais e apicuns.
As expedições de campo têm como objetivo principal monitorar os parâmetros físicos e químicos da água, além de analisar a estrutura e a dinâmica das comunidades de peixes, macroinvertebrados bentônicos, zooplâncton e fitoplâncton. O trabalho conta também com análises metagenômicas detalhadas.
Esses dados de alta precisão serão fundamentais para avaliar rigorosamente a efetividade das ações de restauração ambiental executadas pelo Projeto Replanta Mangue, consolidando dados científicos para garantir a proteção e o manejo sustentável dos manguezais na região.
📷 Galeria de Fotos
🌿 Sobre o Projeto Replanta Mangue
O Projeto Replanta Mangue é financiado pelo Edital Manguezais do Brasil - Floresta Viva.
O Floresta Viva é uma iniciativa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), destinada a apoiar projetos de restauração ecológica nos biomas brasileiros. O edital conta com o apoio do BNDES e da Petrobras, tendo o FUNBIO (Fundo Brasileiro para a Biodiversidade) como parceiro gestor.



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