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Parceria entre Replanta Mangue, UEPB e PELD-RIPA fortalece o monitoramento científico de restauração dos manguezais

há 20 horas
1 min de leitura

Coletas de dados físicos, químicos e biológicos em áreas de manguezais e apicuns vão avaliar a efetividade das ações de recuperação ambiental no litoral paraibano.



A ciência e a restauração ecológica caminham juntas na conservação dos ecossistemas costeiros da Paraíba. Em uma importante parceria, o Projeto Replanta Mangue, o Programa de Pós-Graduação em Ecologia e Conservação da Universidade Estadual da Paraíba (PPGEC-UEPB) e o Programa Ecológico de Longa Duração Rio Paraíba Integrado (PELD-RIPA) uniram forças para realizar coletas técnicas em áreas de manguezais e apicuns.


As expedições de campo têm como objetivo principal monitorar os parâmetros físicos e químicos da água, além de analisar a estrutura e a dinâmica das comunidades de peixes, macroinvertebrados bentônicos, zooplâncton e fitoplâncton. O trabalho conta também com análises metagenômicas detalhadas.


Esses dados de alta precisão serão fundamentais para avaliar rigorosamente a efetividade das ações de restauração ambiental executadas pelo Projeto Replanta Mangue, consolidando dados científicos para garantir a proteção e o manejo sustentável dos manguezais na região.


📷 Galeria de Fotos



🌿 Sobre o Projeto Replanta Mangue


O Projeto Replanta Mangue é financiado pelo Edital Manguezais do Brasil - Floresta Viva.

O Floresta Viva é uma iniciativa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), destinada a apoiar projetos de restauração ecológica nos biomas brasileiros. O edital conta com o apoio do BNDES e da Petrobras, tendo o FUNBIO (Fundo Brasileiro para a Biodiversidade) como parceiro gestor.

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